Bem, lá vamos nós para mais um referendo, para mais uma expressão da vontade do povo, para mais uma promologação da consciência de cada um, só que desta vez mais é mais complicado, é mais perigoso e mais assustador pois vamos perguntar a um país de iletrados e de gente revoltada à espera da primeira oportunidade para cuspir toda a raiva acumulada, se quer despenalizar o aborto.
À despenalização devia ser atribuida apenas uma função, a unica plausível, que seria retirar do nosso código penal os pressupostos da penalização do aborto, ou seja, a conduta de interromper voluntáriamente a gravidez deixa de ser punivel e ninguém vai preso por abortar ou ajudar a abortar.
Embora isto pareça simples e as medidas a adoptar sejam de facil execução a verdade é que, por detrás dessa pergunta vem outra que é a maior mentira e mais hipocrita de sempre, que é se estamos contra ou a favor da liberalização do aborto...
È mau é muito mau, pois desta maneira passa a ser acessivel a cada mulher apresentar um conjunto de razões pelas quais não quer ter o filho, solicitando assim mais uma fatia do orçamento dos contribuintes para tirar de dentro de si um ser, vivo mas sem defesas, com ou sem justificação verdadeira.
Posto isto resta-me por uns quantos pontos nos i´s e levantar umas quantas questões, e depois de formar consciência com a opinião de algumas mulheres, de diferentes idades e escalões sociais, tal e qual uma sondagem, cheguei a uma triste conclusão, dar-lhes a possibilidade de abortar livremente, já que sem estar liberalizado e sendo punivel com pena de prisão até 3 anos se aborta na mesma, e ao minimo capricho rumar a um hospital publico e deitar fora um feto como se fosse um tampão usado, é errado é inacreditável.
Sei que há casos em que o aborto é uma solução necessária, como seja o caso das mal formações, violações ou mães portadoras do virus da sida, é duro, mas nesses casos nem me atrevo a pronunciar, mas por outro lado também não consigo ficar calado quando penso naquilo que temos ao nosso dispor para nem sequer ter que falar numa matéria tão nojenta e absurda.
Numa sociedade tão informada e evoluida não percebo porque é que ainda há quem engravide sem querer, quem engravide por azar ou quem engravide sem saber que está eminentemente a correr um risco de ter de mudar a sua vida.
È mesmo bom, fantástico e viciante dar umas grandas fodas, apanhar corpos que nos fazem tremer só de olhar e devorá-los com toda a tesão, sugar-lhes tudo o que de bom tem para nos dar e pedir aos deuses por mais, mas e então?, só porque gostamos do prazer que nos dá temos de o fazer sem pensar um bocadinho?, já nem digo parar para pensar, basta pensar antes!
A pilula, a pilula do dia seguinte, os preservativos as espumas os diafragmas sei lá, tudo o que pode evitar uma gravidez serve para quê?, para enfeitar as montras das farmácias?, para dizer que existem?, ou são só produtos para as putas?
È frustrante e insultuoso virem com teorias da tanga a defender que a mulher pode fazer do seu corpo aquilo que quiser e bem entender, antes de mais têm que saber cuidar dele e quando digo cuidar não passa só pelo uso de cremes xpto anti-qualquer coisa ou massagens, sessões de solário, aromaterapias, esfoliações, solários, plásticas, vestidinhos, kits, leituras de tarot etc, passa por saber para que é que a papaia serve, sim a papaia é um orgão que acarreta muita responsabilidade, pois é a mais poderosa e indispensável fonte de vida.
As mulheres têm consigo uma responsabilidade acrescida no desenvolvimento da vida humana, devem por isso fazer um uso razoável da mesma, mas não é o que acontece, e depois com um ar de indignadas vem exclamar " não posso ter um filho agora porque me vai mudar a vida toda, não só a nivel financeiro", que é sempre a primeira coisa a vir à baila, "mas tambem a nivel pessoal, porque vou ter de dar muito de mim e não estou preparada..."
Aiiiiiiiiii que raiva! Por amor de deus, acordem galinhas do campo, cresçam e ganhem responsabilidade!, os inconvinientes evitam-se não se remedeiam, não acham demasiado egoísta manter a posição de " eu faço o que quiser, abro as pernas quando me apetece e seja o que deus quiser"? ainda não chega de " não usàmos preservativo e tivemos de ir a badajóz"?, ainda não se fartaram de " cagou para mim nem me atende o telefone vou ter de ir a tribunal pedir que dê o nome à criança"?
Tanta superioridade intelectual, tanta meticulosidade, tanto capricho e depois não sabem cuidar da própria horta e o pior é que conscientes das limitações que lhes sofre a cabeça cada vez que sentem um nabo às portas da papaia, levantam a voz e gritam bem alto que se deve despenalizar o aborto... badalhocas!
Protejam-se, a vocês e a quem vos encher a papaia de tesão, há uma coisa chamada sexo seguro ou não se lembram?, há maneiras de não engravidar que só demoram 30 segundos por dia a pensar e por em prática, há a pilula do dia seguinte para as mais descuidadas, há tanta merda porque é que os vossos erros têm de ser pagos por um feto, por uma coisa igual aquela que vocês já foram lembra-se?, quem é que vos dá legitimidade para escolherem se deve nascer ou não, basta de se armarem em deus, olhem-se ao espelho e vejam o exemplo que estão a dar ás crianças!
Assim expresso a minha opinião sobre esta fantochada, é certo que ninguem deve ir preso por abortar e que o mesmo deve ser facultado a todos os casos que justifiquem uma perda grave e irreversivel para a saude da mâe, de resto minhas amigas deixem-se de tangas, cuidem do vosso corpo, aprendam a foder como deve ser, deixem-se de sonhos de barbies e vidas cor de rosa, desçam à terra, olhem à vossa volta e mentalizem-se que a vossa passagem pela terra é muito mais do que andar bela, airosa, irresistivel e misteriosa, não façam do vosso ventre um aquàrio onde tudo o que nasce, morre do lado de dentro.
domingo, janeiro 28, 2007
terça-feira, janeiro 16, 2007
sábado, janeiro 06, 2007
Floribella e o Lobo Mau
Floribella acordou no campo, numa casa familiar à sua memória e meio confusa sem saber como ali tinha ido parar, abriu melhor os olhos para tentar descobrir o que a estava a deixar tão inquieta.
É certo que estava habituada ao ar fresco da manhã mas desta vez tudo estava diferente já que o frio vinha intenso de fora da cama pois estava bem agasalhada com uma manta escura e por sinal bem quente.
Sentiu a manta a ganhar vida, a tomar forma e a respirar, " meu deus" pensou e rápidamente tentou levantar-se da cama onde se encontrava, mas sem qualquer resultado.
Olhou por cima da sua barriga e viu uma cabeça grande, feia e preta de uma figura meio animal meio humana, " és o lobo mau!" exclama assustada, "mau?" diz o lobo, " mau não minha cabra, ainda há pouco querias que te lambesse a papaia como se tivesse doce de amora silvestre com mel e agora chamas-me lobo mau?"
Floribella começava agora a lembrar-se da noite anterior, à memória vieram imagens que não esperava, tinha sido a passagem de ano e como qualquer jovem da sua idade tinha saido para se divertir com os amigos, percebeu de imediato tudo o que se tinha passado.
Cansada das confusões com o seu principe e de entre todas as resoluções que tinha feito para o ano novo, a mais importante era saciar a terrivel tesão com que andava bem como experimentar algumas drogas alucinogénicas que a fizessem sair da ridicula e atrofiada personagem que encarnava.
Como seria de esperar nessa festa encontravam-se enumeros rapazinhos que possivelmente a podiam divertir, mas nenhum lhe chamou a atenção e depois de alguns copos de champagne, dois ou três berlaites, florribella estava pronta para a acção.
A sua papaia fervia de tal forma que decidiu ir apanhar ar para o jardim levando consigo uma tablete de chocolate que encontrou em cima de uma mesa, assim iria consolar-se sozinha, mas ao menos refrescaria o intenso fogo que lhe subia saia acima.
Da sua natureza casta e romantica começou a olhar para as estrelas e a saborear o delicioso chocolate, quando de subito as estrelas começaram a crescer e a dançar, formando um caminho quase tão excitante como o da via lactea.
A emoção subia dentro de floribella e seguiu pelo jardim fora em direcção ao bosque pensando que as estrelas a estavam a guiar, sem noção da pedra que levava na cabeça.
O chocolate continha LSD e floribella não sabia, mas deixou-se levar, deixou a sua mente seguir os seus mais profundos desejos, e que desejos.
Na sua caminhada encontrou uma cabana e decidiu entrar, rodou a maçaneta e deparou-se com o lobo mau, garrafas de champagne, um monte de pó branco que não sabia o que era em cima de um espelho gigante.
O lobo adimirado fez-lhe sinal para que entrasse, puxou de uma cadeira e de um copo
apressando-se a servir a sua convidada inesperada.
Floribella agradeceu e disparou várias perguntas ao lobo mau, " afinal sempre existes..." ao que o lobo respondeu stressadamente "puh!" enquanto mexia no pó branco com o cartão jumbo, fazendo linhas e mais linhas naquele espelho gigante, " que é que estás a fazer com esse pó lobo, estás a brincar ás salinas?", o lobo tremeu com tamanha ignorãncia e disse "sim minha querida estou a brincar ás salinas, queres ver o que isto faz?" e sem cerimónias snifa uma linha ficando com os olhos revirados.
Floribella riu, riu e voltou a rir dizendo "lobo ficaste com a cara paralisada....", o lobo sorriu, estendeu-lhe uma palhinha cortada em duas e disse " toma, faz igual, vai parecer peta-zetas no teu nariz", gulosa como é decidiu experimentar e lá se fez á vida.
A sensação foi de euforia pré-orgásmica e um prazer quase insuportável o que lhe trouxe à lembrança os seus desejos sexuais mais profundos.
Levantou-se despindo-se e dirigiu-se para o lobo cantando " não tenho picha e sou burra como tudo, quero é chouriço a entrar pelo orelhudo, já não me escapas tou toda molhadinha, por isso levanta-te e lambe-me a papainhaaaaaaaaaaaaaaaa!".
É certo que estava habituada ao ar fresco da manhã mas desta vez tudo estava diferente já que o frio vinha intenso de fora da cama pois estava bem agasalhada com uma manta escura e por sinal bem quente.
Sentiu a manta a ganhar vida, a tomar forma e a respirar, " meu deus" pensou e rápidamente tentou levantar-se da cama onde se encontrava, mas sem qualquer resultado.
Olhou por cima da sua barriga e viu uma cabeça grande, feia e preta de uma figura meio animal meio humana, " és o lobo mau!" exclama assustada, "mau?" diz o lobo, " mau não minha cabra, ainda há pouco querias que te lambesse a papaia como se tivesse doce de amora silvestre com mel e agora chamas-me lobo mau?"
Floribella começava agora a lembrar-se da noite anterior, à memória vieram imagens que não esperava, tinha sido a passagem de ano e como qualquer jovem da sua idade tinha saido para se divertir com os amigos, percebeu de imediato tudo o que se tinha passado.
Cansada das confusões com o seu principe e de entre todas as resoluções que tinha feito para o ano novo, a mais importante era saciar a terrivel tesão com que andava bem como experimentar algumas drogas alucinogénicas que a fizessem sair da ridicula e atrofiada personagem que encarnava.
Como seria de esperar nessa festa encontravam-se enumeros rapazinhos que possivelmente a podiam divertir, mas nenhum lhe chamou a atenção e depois de alguns copos de champagne, dois ou três berlaites, florribella estava pronta para a acção.
A sua papaia fervia de tal forma que decidiu ir apanhar ar para o jardim levando consigo uma tablete de chocolate que encontrou em cima de uma mesa, assim iria consolar-se sozinha, mas ao menos refrescaria o intenso fogo que lhe subia saia acima.
Da sua natureza casta e romantica começou a olhar para as estrelas e a saborear o delicioso chocolate, quando de subito as estrelas começaram a crescer e a dançar, formando um caminho quase tão excitante como o da via lactea.
A emoção subia dentro de floribella e seguiu pelo jardim fora em direcção ao bosque pensando que as estrelas a estavam a guiar, sem noção da pedra que levava na cabeça.
O chocolate continha LSD e floribella não sabia, mas deixou-se levar, deixou a sua mente seguir os seus mais profundos desejos, e que desejos.
Na sua caminhada encontrou uma cabana e decidiu entrar, rodou a maçaneta e deparou-se com o lobo mau, garrafas de champagne, um monte de pó branco que não sabia o que era em cima de um espelho gigante.
O lobo adimirado fez-lhe sinal para que entrasse, puxou de uma cadeira e de um copo
apressando-se a servir a sua convidada inesperada.
Floribella agradeceu e disparou várias perguntas ao lobo mau, " afinal sempre existes..." ao que o lobo respondeu stressadamente "puh!" enquanto mexia no pó branco com o cartão jumbo, fazendo linhas e mais linhas naquele espelho gigante, " que é que estás a fazer com esse pó lobo, estás a brincar ás salinas?", o lobo tremeu com tamanha ignorãncia e disse "sim minha querida estou a brincar ás salinas, queres ver o que isto faz?" e sem cerimónias snifa uma linha ficando com os olhos revirados.
Floribella riu, riu e voltou a rir dizendo "lobo ficaste com a cara paralisada....", o lobo sorriu, estendeu-lhe uma palhinha cortada em duas e disse " toma, faz igual, vai parecer peta-zetas no teu nariz", gulosa como é decidiu experimentar e lá se fez á vida.
A sensação foi de euforia pré-orgásmica e um prazer quase insuportável o que lhe trouxe à lembrança os seus desejos sexuais mais profundos.
Levantou-se despindo-se e dirigiu-se para o lobo cantando " não tenho picha e sou burra como tudo, quero é chouriço a entrar pelo orelhudo, já não me escapas tou toda molhadinha, por isso levanta-te e lambe-me a papainhaaaaaaaaaaaaaaaa!".
Subscrever:
Mensagens (Atom)